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quinta-feira, 24 de junho de 2010

Actividade 2

Questões:
1 - Refira a importancia da elaboração de um orçamento famíliar.
2 - Indique os passos que deve de seguir na elaboração e um orçamento famíliar.
3 - Qual a importancia de uma poupança?
4 - Refira algumas formas de investimento de poupanças.
5 - Indique as formas de investimento com maior rentabilidade a longo prazo.

Respostas.
1 - A importancia de criar um orçamento famíliar é de ajudar-nos a entender os nossos hábitos e consumo e de ter uma prespectiva global de qual o rendimento e quais as despesas existentes. Isto com o fim de garantir a estabilidade das finanças no presente, visando prevenir o futuro.
2 - Os passos para elaborar um orçamento são os seguintes: utilizar um formulário de orçamento baseado no rendimento líquido auferido; fazer uma lista das despesas mensais regulares, como, por exemplo, a renda do crédito hábitação e os seguros; inscrever no orçamento os custos diários, como, por exemplo, a alimentação e o transporte; pensar nas despesas extra, tirando mensalmente um valor estipulado para férias, ofertas e compras de algo mais dispendioso; calcular o rendimento e as despesas; analisar mensalmente o orçamento e ajusta-lo, pois pode acontecer que existam alterações no rendimento ou nas despeasas.
3- A poupança é importante porque é prudente ter dinheiro de reserva para alguma eventualidade que possa ocorrer, pois a vida é imprevisivel.
4- Podem ser tomadas como exemplos de formas de investimento de poupanças: as contas poupança,os fundos de investimento, as acções e obrigações ou títulos.

5 - As formas de investimento com maior rentabilidade a longo prazo são os fundos de investimento e as contas de poupança. A rentabilidade das contas poupança varia entre as diferentes identidades bancárias. Por isso, é recomendável uma consulta de várias entidades antes da sua constituição.

Actividade 1

Actualmente, no nosso país são cada vez mais as desigualdades a nível económico. Nomeadamente no sector financeiro, os salários estão demasiado mal distribuidos , existindo um fosso enorme entre os que mais ganham e os que menus recebem, o mesmo acontece na distribuição da riqueza.
A desigualdade salarial em Portugal é elevada e aumentou durante os últimos vinte e cinco anos, revela o estudo anual de 2009 do banco de Portugal. O documento mostra ainda que, no sector público, a desigualdade entre os salários mais baixos acentou, ao contrário do que sucedeu no sector privado.
As desigualdades na repartição do rendimento estão a aumentar em Portugal. De acordo com o estudo "Rendimento, Desigualdade e Pobreza", publicado pelo INE, os 10% mais ricos da população portuguesa recebiam mais do que os 50% mais pobres da população. Mais concretamente, 10% da população portuguesa recebia 29% do rendimento total, enquanto 50% da população portuguesa recebia apenas 24,7% do rendimento.
O Estado tem tentado equilibrar para a correcção destes desiquilibrios através de, por exemplo, atribuição de rendimentos minimos, atribuição de reformas e de um ensino gratuito e de sistemas de saúde.